Bianca Basílio: trajetória, títulos e o que aprender com o estilo da campeã

Bianca Basílio (ou “Bia Basílio”) é um dos nomes mais consistentes do jiu-jitsu feminino moderno: base forte no kimono, adaptação ao no-gi e presença em grandes palcos do grappling. Neste artigo, você entende como foi a trajetória, quais títulos definem a carreira e, principalmente, o que dá para aplicar no seu treino (do iniciante ao […]

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Instagram / @biabasiliojj

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Bianca Basílio (ou “Bia Basílio”) é um dos nomes mais consistentes do jiu-jitsu feminino moderno: base forte no kimono, adaptação ao no-gi e presença em grandes palcos do grappling. Neste artigo, você entende como foi a trajetória, quais títulos definem a carreira e, principalmente, o que dá para aplicar no seu treino (do iniciante ao avançado).

  • Começou no jiu-jitsu aos 12 anos e cresceu dentro do Almeida Jiu-Jitsu.
  • Dominou faixas coloridas e chegou à faixa-preta em 2016.
  • Bateu na trave no Mundial IBJJF (2019 e 2021) e virou o jogo em 2022.
  • Campeã Mundial IBJJF na faixa-preta (2022 e 2023).
  • Também tem histórico forte no no-gi/ADCC e lutas em eventos de grappling.
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Quem é Bianca Basílio (em poucas linhas)

Bianca Barbosa Basílio nasceu em Franca (SP) e iniciou no esporte ainda criança (passou pela ginástica antes do jiu-jitsu). No jiu-jitsu, começou a treinar por volta dos 12 anos, em um projeto ligado ao Almeida Jiu-Jitsu, e evoluiu rapidamente, colecionando títulos desde as categorias de base.

O “marco” mais conhecido da fase adulta é a virada de chave no Mundial IBJJF: depois de finais duras antes, ela conquistou o ouro em 2022 e repetiu o feito em 2023, consolidando a fase mais vitoriosa da carreira no kimono.

Linha do tempo da trajetória (do início ao topo)

Abaixo, uma linha do tempo enxuta com marcos amplamente citados em perfis e registros de competição.

PeríodoMarco na carreiraO que isso indica para o atleta comum
Infância/adolescênciaBase esportiva e início no jiu-jitsu por volta dos 12 anosConsistência cedo = coordenação + disciplina viram vantagem
Faixas coloridasSequência de resultados expressivos e destaque nas categorias juvenisVolume de competição acelera leitura de luta
2016Consolidação na faixa-marrom e graduação à faixa-preta no fim do anoTransição de nível exige ajustar rotina e estratégia
2019 e 2021Chega forte no Mundial IBJJF e faz campanhas muito relevantes“Bater na trave” faz parte do processo de elite
2022Ano de virada: ouro no Mundial IBJJFPaciência + ajustes técnicos/mentais pagam
2023Confirmação: novo ouro no Mundial IBJJFManter o topo é outro campeonato

Observação importante: datas e resultados variam conforme regra, categoria e registro. Para checar resultados oficiais, a referência mais segura é o perfil/registro de atleta da IBJJF.

Principais títulos e conquistas (o que mais pesa no “currículo”)

Em jiu-jitsu, não é só “quantos ouros”. É onde e em qual contexto. No caso da Bianca, alguns pontos costumam ser citados como os mais relevantes:

  • Campeã Mundial IBJJF (faixa-preta): 2022 e 2023.
  • Campanhas consistentes em majors e presença no topo do ranking/Grand Slam em fases diferentes da carreira.
  • Destaque no no-gi/ADCC e em superlutas de grappling (contextos com regras e dinâmica diferentes do kimono).

Se você quer entender o “peso” disso: IBJJF Worlds é o título mais valorizado no circuito com kimono. Já eventos de grappling/no-gi testam adaptação (entradas de perna, ritmo, wrestling/queda, e controle sem grips).

Como ela luta: características do estilo (sem mistério)

Não existe “fórmula secreta”, mas existem padrões que aparecem quando você acompanha uma atleta por anos:

1) Jogo completo: não depende de uma única carta

A Bianca é frequentemente lembrada por ser difícil de neutralizar porque consegue ganhar a luta em mais de um caminho: controle, raspagens, transições e finalizações quando a brecha aparece.

2) Adaptação a regras e contextos

A diferença entre kimono e no-gi não é detalhe. Muda pegada, distância, risco e ritmo. O fato de ela competir também em grappling reforça essa capacidade de adaptar o jogo.

3) Mental de campeonato: resiliência de longo prazo

Dois pontos chamam atenção na narrativa da carreira: ela chega em finais e, depois, ajusta até conquistar o título mais desejado (Mundial IBJJF). Isso é mental + time + processo.

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Checklist prático: como estudar a Bianca Basílio e evoluir no seu treino

Aqui vai um passo a passo simples (e aplicável) para você extrair aprendizado real, sem ficar só em highlight.

  1. Escolha 3 lutas (uma vitória, uma derrota, uma luta equilibrada).
  2. Anote o “tema” da luta: ela pontua por queda? raspa? passa? finaliza? controla?
  3. Mapeie 2 sequências (entrada → controle → pontuação/finalização).
  4. Treine em bloco (10–15 min) só a entrada dessas sequências.
  5. Treine em bloco só o controle (segurar posição, evitar scramble).
  6. Simule o fim (como ela garante pontos/tempo).
  7. Revise com regra: o que valeria no seu campeonato (IBJJF, AJP, no-gi)?
  8. Leve para o rola com 1 objetivo por treino (não 10).

FAQ: perguntas frequentes sobre Bianca Basílio

Bianca Basílio é campeã mundial de jiu-jitsu?

Sim. Ela tem títulos de campeã mundial IBJJF na faixa-preta (2022 e 2023).

Com quantos anos ela começou no jiu-jitsu?

Fontes biográficas indicam que ela começou por volta dos 12 anos.

Qual equipe ela representa?

Ela é associada ao Almeida Jiu-Jitsu em registros e perfis de atleta/organização.

Ela compete só de kimono?

Não. Além do kimono (IBJJF), há registros de atuação em submission grappling/no-gi e eventos do circuito.

O que mais dá para aprender com a trajetória dela?

A lição mais forte é consistência: chegar muitas vezes no topo, ajustar o jogo e manter desempenho em alto nível até conquistar (e repetir) o Mundial.

Onde checar resultados oficiais dela?

O caminho mais confiável é o perfil/registro de atleta da IBJJF, que lista eventos e pontuações.

Bianca Basílio também tem histórico no ADCC?

Perfis estatísticos e resumos de carreira apontam resultados relevantes no ADCC/Submission Fighting, incluindo destaque em edições do evento.